Empatia e a desconstrução da resistência

Foi a partir de conversas sobre a empatia, entre eu e o Sensei @romulolagares que nasceu a ideia de observar o desenvolvimento humano a partir da filosofia do Aikido. Esse texto indicará um caminho de reflexão, um processo a ser percorrido.

Ao ler isso, você não estará trilhando este o caminho, mas poderá a partir daqui construir o seu. O texto traz apenas referências e sugestões por nossas reflexões.

Para qualquer ação que você faça, existirão forças contrárias. Essa é a essência do que chamamos “ação”. Tais forças podem receber diferentes nomes, dependendo dos contextos. Para simplificar vamos chamar essa força de resistência.

Nosso objetivo é desconstruir a percepção da resistência como um mero obstáculo e percebê-la como possibilidade de amplificação da potência.

Refletiremos sobre como somar a resistência aos demais recursos disponíveis em cada diferente situação, para então percebemo-la como parte do processo.

A empatia precisa ser sentida para ser colocada em ação, ela é movimento no espaço. A empatia pode ser vista como energia feminina. Incapazes que somos de resumir sua essência em palavras, talvez devêssemos observa-la em silêncio.

Mas como nos propusemos compartilhar nossas reflexões, organizaremos nossas interpretações em três níveis hierárquicos.

O primeiro nível, o estratégico:

A filosofia. Os seus grandes objetivos definidos. A base sobre a qual organizará todas as suas ações. O começo.

Estabelecer o que você quer. Quanto mais clareza, maior firmeza terá a sua base. Bem alicerçada sobre seus princípios e valores, ela o manterá no caminho. Ao mesmo tempo a base propicia um impulso para começar a formação do caminho, mas ainda não é o caminho em si. Esse nível é firme, estável e forte. Pode ser percebido como um movimento masculino. Um Stacatto, incompleto por si só.

Em oposição a essa força surge a resistência. Manifesta nas mais diversas formas e possibilidades, a resistência parece sempre mais severa, quanto menos firme for a base estratégica do caminhante. Mas não se engane. Pois é com ela que você, não apenas alcançará seus objetivos, mas irá além.

O segundo nível: é o tático.

Esse nível exige muita flexibilidade, adaptação para contornar os obstáculos e, justamente, reciclar a energia que inicialmente se apresenta como resistência, agora a seu favor. Trata-se aqui da gestão dos recursos disponíveis para prosseguir em direção às suas metas, sua capacidade de transformar inclusive a ação da força contrária em potência.

Temos então a união do masculino com o feminino. A resistência o masculino a flexibilidade o feminino.

Aqui inclui não somente o externo, mas principalmente o interno. Autoconhecimento e maturidade.

Como a resistência se apresenta e como você se apresenta a ela. Uma dança. Tem ritmo e seu formato são ondas que atraídas criam juntas

O terceiro nível: A técnica.

Alterna entre o flexível e o fixo. A dança já acontece. Quais são os passos adequados ao ritmo que se apresenta. Nas artes marciais, qual a técnica seria mais adequada. Nesse nível, a dança é tão fluida quanto poderosa. A resistência como energia antagonista se torna um par.

O nascimento da gratidão através da fortaleza.

Eu supero a resistência, a força antagonista, e não sou atingido por ela. Estou pronto para lutar, mas opto pela harmonia. Os passos são complementares. Eu consigo antever todos os passos que o agora parceiro (antigo opositor) está fazendo. Já treinei todos eles.

Na prática isso significa autoconhecimento. Não sou mais atingido porque tenho consciência exata de quem eu sou. Assumi minhas fragilidades e fraquezas e trabalhei cada a um delas para que elas não se tornassem um ponto também de resistência e sim fortalezas. Percebo o que vem e me desloco para além dela. Não sou atingido.

Consigo superar e transformar aquela energia oposta em aprendizado constante e níveis de espirais de conhecimento crescente (ou decrescente) e em uma caminho possível e harmônico para os dois envolvidos. Onde os dois possam ganhar.

A potência da gratidão: criatividade

O caminho é potencializado pela gratidão, que abre a porta para a criatividade. Agora aquele que era meu opositor, a resistência, a energia oposta, passa a ser meu mestre. Ele me ensina a lição. O que ali precisa ainda ser fortalecido. O que posso trabalhar naquele lugar para eu crie maior Fortaleza? Assim são o relacionamentos. Assim são as resistências. Eu não vou contra, eu vou com ela.

Grato pelo aprendizado e pela superação, agora eu posso fazer algo com isso e seguir as vezes por caminhos diferentes o meu propósito. Tenho mais recurso e mais potência com a minha mudança frente ao conflito interno dele.

Pego outro caminho, não é mais aquele que antes eu costumava a trilhar, mas continuo em direção ao meu objetivo, sei aonde quero chegar. Meu objetivo fica mais perto. Peguei um caminho mais curto, mais bonito, mais fácil e direto. Tenho mais repertório e confiança. O poder está todo comigo, não o deixei escapar.

Como numa engrenagem continua, nos ciclos, tais esferas se reforçam: A fortaleza propicia a empatia, que propicia o perdão, que propicia a gratidão, que gera mais fortaleza, empatia, perdão gratidão, fortaleza…

Domo arigatou!

Pensamento Positivo – Funciona?

Acreditar que algo dará certo, mesmo que as evidências não aponte para esse caminho é conhecido como pensamento positivo. Em outras palavras, pensar em cenários positivos ao invés de pensar nas falhas e fracassos.

Neste artigo vou abordar sobre os motivos para se ter pensamento positivo, ponderações e também um pouco sobre como essa técnica funciona.

Como funciona o Pensamento Positivo

No Coaching o pensamento positivo é usado como um meio de ajudar seu cliente a ter mais chances de obter sucesso. Vendo o pensamento positivo como uma técnica, nos distanciamos das opiniões pessoais e podemos ver de maneira mais objetiva seu funcionamento.

Aquilo que pensamos direciona nosso foco. Se pensamos que as coisas acontecerão da melhor maneira, focaremos nos acertos e possibilidades.

Desta forma temos mais chances de nos mantermos motivados, além de enxergar possibilidades pouco visíveis. Entretanto, quando temos um pensamento mais pessimista, tendemos a ter pouca energia para ação e também pouco esforço em possibilidades que demonstram pouca chance de sucesso.

Como praticar o Pensamento Positivo

A maneira mais simples de praticar o pensamento positivo começa ao conscientizar-se de uma meta pessoal, seja esta meta de qualquer área da vida. Caso você já tenha feito coaching, já saberá como traçar metas de maneira eficiente.

Com esta meta em mente, imagine o dia em que será conquistada. Pense nos detalhes das imagens, sons e sentimentos envolvidos. Torne-os mais nítidos e imagine-se entrando na cena como se estivesse vivendo-a neste momento.

Faça esse exercício ao mínimo uma vez por dia. Depois, no decorrer do dia, lembre-se de reforçar o pensamento de que isso é possível e que você já está no caminho certo.

Ponderações

Guiadas por visões exageradas sobre o pensamento positivo, muitas pessoas pensam que esta técnica é na realidade uma espécie de mágica. Lembre-se que o pensamento positivo não irá garantir o seu sucesso.

Ele ajudará a aprimorar sua consciência para possibilidades e afiar seu cérebro para criar estados de recursos positivos, entretanto, o esforço, planejamento e todas as outras etapas do trabalho dependem do seu próprio empenho.

Também é importante lembrar que pensar positivamente não significa ser ingênuo ou fingir que riscos não existem.

As pessoas mais bem sucedidas do mundo acreditam na importância de “correr riscos calculados”. Ou seja, planeje seu caminho, peça ajuda para um profissional, como um coach, para te ajudar a ver os diversos aspectos da sua meta.

Conclusão

É impossível dar o máximo de si sem pensar positivamente, portanto, o pensamento positivo é uma maneira inteligente de aumentar suas chances de sucesso. Que tal compartilhar este artigo com alguém que poderia se beneficiar também?

Curva da Mudança

Essa semana me lembrei da curva da mudança desenvolvida pela psiquiatra Suíça Kubler-Ross e originalmente conhecida por curva do luto.

Eu percebi uma mudança no mercado de desenvolvimento humano, evento que garantiu a minha introspecção por muitos dias.

Pensando em minha trajetória até aqui, me lembrei dos dias de atendimento com o coaching para os pacientes do hospital Borges da Costa, em BH, em que treinei alguns médicos, enfermeiros, nutricionistas para identificar qual a fase e o paciente estava vivendo. Me lembrei da importância que as perguntas certas para condução do cliente (nesse caso paciente) para que ele possa superar cada fase da mudança.

Não demorei a entender que agora era eu quem caminhando dentro dessa curva. Me descobrir dentro da própria curva, fez com que caminhasse nela com o seguinte objetivo em mente. O meu mercado mudou, e aí?

O conceito da curva da mudança foi criado como metodologia para aceitação de pacientes terminais e posteriormente usado na administração por líderes atentos a conduzir seus liderados para o último estágio da curva mudança.

A curva da mudança dentro das organizações

Para as organizações a curva da mudança se torna importante à medida que traz para a consciência o caminho a ser percorrido. Para os gestores e líderes, esse modelo é um ponto de partida para entender e suportar seus liderados nesse processo.

Para a empresa durante o processo de mudança, é possível aumentar a performance e energia e diminuir o tempo em cada fase, gerando mudança no tempo em que as emoções serão sentidas e de fato superadas.

No futuro, sabemos que única constante será a mudança. Para se adaptar e aprender a influenciá-la é preciso entender, saber o que faz a mudança das etapas e treinar a lidar com as emoções que surgem.

As 5 fases da mudança

O modelo é composto de 5 fases:

Fase 1

Choque e Negação: É a primeira etapa no modelo e pode ter curta duração. Esta é uma fase em que um mecanismo de defesa temporário é acionado e faz com que algumas notícias levem um certo tempo para processar. Esse mecanismo é acionado quando recebemos algumas notícias específicas de uma realidade perturbadora. Nesta fase a pessoa pode não querer acreditar no que está acontecendo com ela. Isso pode provocar uma diminuição na produtividade e a capacidade de pensar e agir. Após o choque inicial passar, pode-se experimentar negação e a pessoa pode permanecer focada no passado. Algumas pessoas tendem a permanecer no estado de negação por um tempo maior e podem perder o contato com a realidade.

Como intervir nessa fase

O choque pode trazer imobilização. Opções simples de avanço nessa fase é falar, escrever, caminhar, correr ou sentir (frio e quente).

Para a negação é preciso fazer com que a pessoa saia da dor. Para isso trazer a percepção sobre si mesmo e o contexto pode ajudar. Nas sessões fazemos exercícios de posições perceptivas ou a linha do tempo, contextualizado a situação.

FERRAMENTAS QUE PODEM SER USADAS POR COACHES: andar, falar e respiração. espelho, posições perceptivas e a linha do tempo.

Fase 2

Raiva: quando a realização finalmente atinge, e alguém entende a gravidade da situação, pode ficar bravo e pode buscar culpados. A raiva pode ser manifestada ou expressa de muitas maneiras. Pode se direcionar a raiva a si mesmo ou para outros à sua volta. Enquanto alguns podem manifestar a raiva de forma geral, outros podem culpar a economia. Alguns tendem a permanecer irritados, frustrados e com alguma agressividade durante esta fase.

Como intervir nessa fase

Dar vazão a raiva em um ambiente controlado. Expressão e resgate do autocontrole são muito importantes aqui.

FERRAMENTAS QUE PODEM SER USADAS POR COACHES: respiração, socar fisicamente almofadas, troca de papéis e linha do tempo.

Fase 3

Barganha/Negociando: quando o estágio da raiva desaparecer, pode-se começar a pensar em maneiras de adiar o inevitável e tentar descobrir o melhor que resta na situação. Aqueles que não são confrontados pela morte, mas por outro trauma, podem tentar negociar a situação e chegar a um ponto de compromisso (nunca mais faço isso, ou aquilo, por exemplo). A negociação pode ajudar a chegar a uma solução sustentável e pode trazer algum alívio para aqueles que se aproximam do que desejam evitar. A busca de um resultado diferente ou menos traumático pode permanecer durante um tempo neste estágio.

Como intervir nessa fase

Perguntas de superação, suporte, provocar o senso de realidade são ações extremamente importante para superação dessa fase.

FERRAMENTAS QUE PODEM SER USADAS POR COACHES: patrocínio positivo, perguntas de superação e pergunta milagre.

Fase 4

Depressão: a depressão é um estágio em que a pessoa tende a sentir tristeza, medo, arrependimento, culpa e outras emoções negativas. Nesta fase é preciso cuidado para não se desistir completamente de tudo. Nesta fase pode se ter a impressão de chegar a um beco sem saída. Pode-se mostrar sinais de cansaço, reclusão, afastar-se dos amigos e excitação por qualquer coisa que aconteça em sua vida. Isso pode parecer o ponto mais baixo da Curva da Mudança (e é sempre um motivo de preocupação), sem nenhum caminho a seguir. Alguns sinais comuns de depressão incluem tristeza, baixa energia, sensação de desmotivação, perda de confiança.

Como intervir nessa fase

Resgate da autoestima, autoconfiança, do papel social e da assertividade

FERRAMENTAS QUE PODEM SER USADAS POR COACHES: patrocínio positivo, perguntas de superação e pergunta milagre.

Fase 5

Teste e aceitação

Nesta fase após passar por toda a curva, as pessoas percebem que lutar contra a mudança que está entrando em sua vida não vai fazer a dor desaparecer, elas renunciam à situação e aceitam completamente. A atitude resignada pode não ser a luz no fim do túnel, mas é aquela em que a pessoa pode parar de resistir à mudança e avançar com ela. Começam então os testes e as experimentações testado novas alternativas que a levam direto para a aceitação.

Como intervir nessa fase

Elevar a autoestima, receber oportunidades e ressignificar o processo são as ações necessárias nessa fase

Perguntas de superação, suporte, provocar o senso de realidade são ações extremamente importante para superação dessa fase.

FERRAMENTAS DE COACHES: reframe, patrocínio positivo, roda da vida, 4 arquétipos, perdas e ganhos e as constelações sistêmicas.

A maior contribuição deste modelos nos dias atuais

Se quisermos que alguém avance pela curva, devemos fazer as perguntas certas que levam a pessoa se movimentar entre as fases. No entanto, ao meu ver, o conteúdo mais relevante nesse modelo para o momento de hoje e para o futuro, é entender que estamos caminhando para um mundo de mudanças constantes e por isso saber lidar com as mudanças, requer também saber mudar, sentir, entender, ter consciência e escolher como agir frente as emoções, dentro de cada fase da curva.

Criatividade, fator determinante no futuro?

Nise da Silveira e a criatividade

“Todo mundo deve inventar alguma coisa, a criatividade reúne em si várias funções psicológicas importantes para a reestruturação da psique. O que cura, fundamentalmente, é o estímulo à criatividade.” – Dra. Nise da Silveira

Nise da Silveira foi uma psiquiatra brasileira aluna de Carl Jung. Conhecida por abordar arte como instrumento de trabalho e introduzir os animais como co-terapeutas, aprofundou-se nos estudos em pacientes com esquizofrenia. Descobriu então que a produção da arte fazia com que os paciente conseguissem se organizar internamente. Desta forma, o resultado produzido na tela era uma comunicação deles com o mundo exterior. No início, eram rabiscos que com o tempo evoluíam para imagens do consciente coletivo.

os 12 pares de nervos cranianos com criatividade

Criatividade e neurociências

Muitos fatores podem estar associados à criatividade no cérebro. O que já se descobriu é que ela e o foco são resultados de comportamentos vindos de sistemas diferentes e muitas vezes opostos. No entanto, para uma ideia ser criativa é preciso que estes sistemas trabalhem de forma complementar. De forma prática, ao mesmo tempo que seu cérebro reconhece e tem uma ideia “fora do padrão”, ele aciona também a função executiva selecionando ideias que de fato servem para alguma coisa.

Vídeo: Antônio Damásio fala sobre criatividade como a capacidade de representação de memórias.

Criatividade e o futuro

Segundo especialistas que vêm estudando o futuro das profissões, os trabalhos que serão feitos por robôs são aqueles mais adaptável à automação. Parece que quanto mais técnica a atividade, mais a tecnologia pode realizá-la. Em outras palavras, as máquinas trabalham com aplicações táticas.

Por outro lado, as profissões do futuro são aquelas que demandam um alto grau de imaginação, análise criativa e, acima de tudo, o pensamento estratégico. Estas são mais difíceis de automatizar.

Atelier  Humano e Desenvolvimento Humano

A criatividade não é só para os criativos. Na casa, pode-se trabalhá-la através da mistura de pensamentos complementares, seja como caminho para auto-organização interna, como também o foco e o desenvolvimento das funções executivas, através do coaching e perfil comportamental.

Antecipar e preparar pessoas para o futuro, e é a essência do Atelier Humano.

Gestão do tempo: trabalhando com prioridades

O que é gestão do tempo?

A gestão do tempo é a capacidade de organizar, planejar e executar conscientemente sobre a quantidade de tempo que você gasta com atividades específicas. A Gestão do tempo se torna uma ferramenta imprescindível para os dias hoje. A quantidade e a velocidade dos inúmeros compromissos que possuímos, podem e devem ser gerenciados. A ferramenta que considero mais inteligente é a agenda. O resultado de como se organiza, planeja e executa o tempo, revela seus resultados em compromissos de trabalho e compromissos sociais, e também com as atividades de lazer e o ócio necessário.

 

computador e mão na de mulher e celular

Quais os critérios essenciais para uma boa gestão do tempo?

Para dividir o seu tempo de forma inteligente, os critérios essenciais são:

  1. prioridade
  2. áreas da vida
  3. resultados

Neste post especificamente, vamos falar sobre prioridade. A prioridade leva em conta o tempo e hora de entrega de uma tarefa ou compromisso. Para obter um melhor efeito, uma melhor organização de prioridades, distribuímos as tarefas em subcritérios.

A Emergência

É uma palavra muito usada na área da saúde, principalmente em hospitais. Da mesma forma, que nos hospitais o atendimento prioritário é para o paciente em situação de emergência, na gestão do tempo o que é emergência precisa ser resolvido agora. Se por algum motivo não for resolvido agora, o paciente morre, ou melhor, no universo empresarial, uma perda irreversível acontece.

A Urgência

É uma palavra também muito utilizado no meio da saúde. Na urgência, a resposta de comportamento adequado é fazer o mais rápido possível. Se deixamos a urgência sem resolver ela pode se tornar emergência.

Importante

A palavra importante nos traz como resultado da prioridade, o comportamento fazer sempre. É aquilo que precisa ser feito diariamente ou periodicamente. Manutenção e rotina são outros nomes que podemos dar ao importante. Na formatação da agenda e na sua gestão de tempo, leva-se em conta a prioridade e o tempo aproximado em que cada prioridade vai lhe custar. Para registro de cada atividade a melhor opção é usar uma ferramenta on-line. Obviamente, e seguindo o perfil comportamental, existem pessoas que preferem usar o papel. Não há algum problema nisso, no entanto, quando falamos de um grupo, o papel se torna aboleto.

Para evoluirmos na gestão do tempo em equipes, grupos ou pessoal, é preciso construir uma agenda real, possível e agir de acordo com o programado. Criar um tempo para que você possa ajustar sua agenda e fundamental para ter sucesso na gestão do seu tempo.